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Seria a obesidade causada por uma bactéria?

Por Alessandra Nogueira

Um grupo científico do Instituto Forsyth descobriu uma nova ligação entre a bactéria oral e a obesidade.

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Um grupo científico do Instituto Forsyth descobriu uma nova ligação entre a bactéria oral e a obesidade. Em um estudo recente, os pesquisadores demonstraram que a composição da bactéria salival em mulheres acima do peso é diferente das mulheres com peso normal. Esse trabalho inicial pode proporcionar indícios das interações entre bactéria oral e a obesidade patológica. A pesquisa poderá ajudar aos investigadores descobrirem novos meios de lutar contra a epidemia de obesidade.
O trabalho será publicado no Journalof Dental Research. “Está tendo uma explosão de obesidade mundial com vários fatores contribuindo”, disse Dr. J. Max Goodson, autor sênior do estudo. Segundo Goodson, a inflamação natural da doença é também identificável. Isso direcionou a uma pergunta desconhecida poderosa que contribue na causa da obesidade: Poderia a epidemia envolver um agente infeccioso? “É excitante de imaginar as possibilidades se uma bactéria oral está contribuindo em alguns tipos de obesidade”, completa.
O Estudo
Para calcular a quantidade de bactérias salivares, foram recolhidas amostras de 313 mulheres consideradas obesas. Analisando o DNA, os pesquisadores mediram o as bactérias no grupo e compararam com dados já existentes de 232 indivíduos que não estavam acima do peso. Houve uma diferença sifnificativa em sete das 40 espécies das bactérias salivares estudadas nas voluntárias do grupo obeso.
Mais de 98% das mulheres obesas puderam ser identificadas por uma presença de uma espécie de bactéria única, chamada Selemonasnoxia. Ao que tudo indica, essa bactéria serviria como um indicador de uma condição desenvolvida para o sobrepeso, e possivelmente seria relativa à causa subjacente.
Dr. Goodson notou que as razões para a relação entre obesidade e bactéria oral são complexas. A relação observada pode ser circunstancial, ligada a dieta, ou oportunista, devido a mudanças de metabolismo. Na próxima fase da pesquisa, Goodson planeja examinar essa relação e conduzirá um grupo controlado para o estudo a fim de analisar se as observações podem ser reproduzidas. Além disso, ele espera acompanhar estudos longitudinais em crianças para ver se existe relação da infecção oral e o ganho de peso. [Science Daily]

NOSSO COMENTÁRIO
Não temos relatos de que a ingestão continua de prata coloidal possa emagrecer, talvez por não ter sido utilizada com esse objetivo. Contudo, os estudos acima nos fazem especular que a eliminação de tais bactérias, poderia evitar que o usuário engorde. Especialmente se o mesmo promover bochechos demorados de cerca de 10 minutos uma ou duas vezes ao dia. Em principio, isso não afetará a flora bacteriana intestinal, porém, se ocorrer diarréia com insistência de mais de três dias,recomenda-se diminuição da dosagem.

Fonte: HypeScience
Importante
: Os relatos sobre os efeitos dos colóides de prata e ouro são baseados em estudos disponíveis na Internet, de diversos pesquisadores de vários países, além de testemunhos pessoais, baseados no livre direito de expressão garantidos pelo Art. 5o da Constituição Federal do Brasil. Este site e seus responsáveis não garantem nenhuma “cura” de quaisquer doenças com o uso das soluções ofertadas ou das produzidas por aparelhos geradores de colóides, tendo em vista a inexistência de reconhecimento médico oficial e/ou de autoridades da Saúde. Os aparelhos são dispensados de registro no Ministério da Saúde, por se enquadrarem, na qualidade de “geradores iônicos” como “produtos correlatos”. Não recomendamos a suspensão de tratamento e acompanhamento médico de qualquer patologia

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